segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Regata de Carnaval/Peixaval - Pouco vento/Muita boa disposição!

Foram sete os veleiros que responderam à chamada para a II Regata de Carnaval. Uma regata em tempos de jejum a que chamamos Regata Peixaval.

Entre quem temesse que o jejum se concretizasse, lá estávamos todos à hora marcada para rumar ao belo petisco do sr. Carlos, no Central do Seixal.

O vento prometia, mas à chegada ao canal do Alfeite desmoreceu e resolveu cumprir o jejum.
Mudado que estava o vento para o "quadrante porão", chegou-se em pouco tempo à vila do Seixal, a um pontão repleto de embarcações "residentes", que nem sempre facilita o desembarque.
Entre conversas animadas à mesa e boa disposição (apanágio dos nossos Marinheiros e amigos), um esqueleto ansiava pelo momento da eleição da melhor máscara. Havia piratas (pequenos e graúdos), Vikings, Peters Pan e muitas cabeleiras envergonhadas... mas ainda havia outra regata para fazer.
A regata de regresso prometia competição renhida para compensar a manhã, mas o vento foi caindo e a passagem pela Bóia Nº 1A quase não deixava ninguém terminar em tempo. Ainda assim foram 3 as embarcações a terminar a 2º regata do dia, já o ocaso se tinha dado e presentado a frota com mais um belo postal do nosso Tejo.
Chegados ao Pina Lounge fez-se finalmente a eleição da melhor máscara e um Piratinha bem disposto foi merecidamente eleito o melhor. Parabéns André!

E os vencedores da regata foram (com a devida rectificação dos resultados divulgados no próprio dia):
    1º Lugar - Sensia
    2º Lugar - Barba Rija / Allways Cargo (os nossos alunos de Training ForçaDois que nos fizeram companhia à tarde)
    3º Lugar - Devaneio

Mais uma actividade Confiquatro, cujo objectivo principal (Promover o encontro saudável entre os apaixonados pelo Mar) se cumpriu.
Afinal, tal como ouço entre os participantes, atrevo-me a dizer: o que conta é o convívio!

Até à próxima (que chegará em breve). Há sugestões?

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Adrenalina pura!

Espero que amanhã tenham os cascos limpos, pois estou a preparar algo parecido com o Otto para fazer amanhã!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Regata de Carnaval 2012 (i.e. Regata de Peixaval 2012)

Trazemo-vos em mão um convite muito especial para a primeira Regata Peixaval realizada em todo o mundo (anteriormente apelidada de Carnaval).
Porque não queremos deixar de estar em solidariedade com o resto do país e de modo a que a realização desta regata esteja em conformidade com o seu mais recente nome, esta actividade acontecerá não em plena época de "excessos" (próprios do Carnaval), mas já em altura de jejuns e abstinências.

A nossa proposta: vamos encher de criatividade e cor o Tejo, mesmo que fora de época!

Contamos com a vossa boa disposição!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Nautic paper em formação

Previsões meteorológicas: descida brusca das temperaturas, vento forte e céu limpo.

Com estas previsões podemos concluir, logo à partida, que os participantes nesta aventura lograram desde o início de um caracter forte e de uma grande capacidade de ultrapassar limites. Assim foi.

Depois de apresentados os detalhes da actividade, cada equipa seguiu para o embarque na sua embarcação para um segundo briefing, desta vez de segurança, noções básicas de vela e das diferentes funções e procedimentos a bordo.
Realizada a fase de training de navegação, para que o desempenho fosse optimizado, chegou o water book que deu inicio à prova propriamente dita, que foi revelando o percurso a realizar e um Tejo com muitos segredos por revelar. Entre figuras do Padrão que provavemente nunca tinham sido contadas e um Lazareto que poucos conheciam, a tarde foi ainda animada pela presença da nossa Sagres (a todo o pano) que orgulhosamente ostentava as suas 50 primaveras e de um cruzeiro dos grandes que se despedia da cidade.
E como é frequente nos dias frios de Inverno, um por do sol magnífico.
No final da actividade a construção de um puzzle lembrava a todos, que, tal como na navegação, a colaboração de todos é que nos leva a bom porto! A porta ficou aberta.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Um grande ano náutico!

Nas felicitações de Ano Novo, trocadas entre amigos e conhecidos, não devem ter faltado desejos de que 2012 não traga tanta crise quanto a que se anuncia. No arranque deste ano parece mesmo que as notícias estão apostadas em desanimar até os mais optimistas!

Pois na Confiquatro estamos orientados para o "meio copo cheio" e no que respeita à vela este vai ser mesmo um ano bem cheio de grandes competições! Ora confirmem e anotem na agenda:

28 de Março a 1 de Abril Cascais RC44 Cup 2012 Cascais.  

31 de Maio a 10 de Junho VOR Volvo Ocean Race Doca de Pedrouços, Lisboa.

19 de Junho a 24 de Junho World Match Racing Tour Portimão.

5 de Julho a  8 de Julho Extreme Sailing Series Porto.

19 de Julho a 22 de Julho The Tall Ships Race Lisboa.

2 de Dezembro Start Transat Classique Cascais-Barbados Cascais.

A seu tempo iremos dando informações detalhadas sobre cada uma destas competições, assim como sobre a melhor forma de as acompanhar de perto. Mas que fique aqui registado que tudo faremos para que a nossa Paixão pelo Mar nos leve a todos a navegar um ano cheio de emoções!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Curso de Patrão de Costa: Viagem costeira cumprida!

Curso de Patrão de Costa – 1 a 4.Dezembro

Lisboa – Nazaré – Peniche - Lisboa

A escolha do destino da viagem de treino foi recebida com entusiasmo pela turma. Para uns era o desafio de navegarem para Norte pela primeira vez, para outros a possibilidade de irem um pouco além do que já conheciam.
O grupo rapidamente se lançou à tarefa de planeamento: estudo dos roteiros, escolha das cartas, análise meteorológica, previsão de marés, alimentação a bordo, enfim, tudo o que envolve uma viagem deste tipo.
A uma semana do início da viagem a meteo não se apresentava animadora: ondulação de NW de 7 a 8 metros... ufa! parece que vamos ter de pensar num programa alternativo.
Entretanto, outras duas embarcações responderam positivamente ao convite para nos acompanharem: o Mabi IV do João Bitoque e o 4Winds do António Poças.

28.Nov (segunda-feira) – a turma apresentou em sala o seu trabalho de planeamento e, depois de alguns comentários e achegas, ficou pronto para ser fechado; quer dizer, mais ou menos, porque isto de planear uma viagem está sempre em aberto até à partida... ou melhor, até ao fim da viagem. A meteo apresentava um quadro já bastante estável e bem mais simpático, havendo apenas a realçar a passagem de uma frente fria na noite de quinta para sexta-feira, com a rotação e intensificação do vento para NW, a chegar aos 30 nós, correspondente agitação marítima mais forte, a passar dos 3 para os 5 metros, e chuva intensa.
Na véspera da partida, perante a eminência da antecipação da passagem da frente, decidimos largar mais cedo. Assim, garantia-se pelo menos a chegada a Peniche e depois logo se veria.

1.Dez (quinta-feira) – O dia amanheceu com o Tejo coberto de nevoeiro mas o Sol espreitava por entre as nuvens junto à barra. O mar apresentava-se com uma ondulação de 2.5 a 3.5 metros, com um período longo. O vento era fraco, do quadrante Sul.
Navegámos com motor e vela grande, a uma velocidade verdadeira que oscilava entre os 6 e os 7 nós. Pelas 1300 horas, passado o São Julião, marcou-se o primeiro ponto. Oportunidade para se reverem alguns conceitos e procedimentos fundamentais: LDP’s, ordem de leitura (sensibilidade das marcas), cruzamento ideal de azimutes, hora do ponto, carteação, estima e ponto marcado,...
A fome apertava e, atendendo a que alguns estomâgos ainda não tinham tido tempo de se adaptarem ao mar, optou-se por um almoço simples: pizza. Humm!! O cheiro que vinha do forno, controlado pelo “chef” Marco, abria ainda mais o apetite...
Entre o Raso e a Roca, a ondulação alta desfazia-se contra a costa com estrondo e lançando espuma bem alto, mas a navegação era tranquila e absolutamente pacífica atendendo ao vento fraco e ausência de vaga. Não pude deixar de pensar, uma vez mais, como o mar é paradoxalmente, tantas vezes igual e diferente... quantas noites passadas neste mesmo trecho de costa rompendo a nortada, com 40 nós de vento e vagas de 3 metros, nas regatas bem disputadas a Peniche (D.Pedro V) e Salazar (volta às Berlengas)? Recordações de outros tempos, igualmente bem passados...
Já a Roca ficava pela nossa alheta de EB quando vimos aproximarem-se duas visitas vindas do céu; era o Cmte. Rocha (pai do formando Sérgio Rocha) e um amigo, nas suas duas aeronaves, que nos brindaram com várias passagens, algumas das quais bem ousadas pela proximidade e baixa altitude a que foram feitas.
Quebrou-se a monotonia, fruto da ausência de vento que conduz a uma certa letargia das tripulações, e anteviam-se algumas belas fotos de um ângulo inesperado.

Por vezes parecia que a previsão meteo se iria cumprir, com o vento a rondar para SW e a intensificar um pouco mas, na verdade, não se fixou nesse quadrante. Assim, tentámos manter a vela grande toda aberta para EB mas sem grande sucesso, com a ondulação a fazê-la bombear repetidamente e mesmo cambando a espaços.
Às 1800 já se viam os faróis do Cabo Carvoeiro, da Berlenga e dos Farilhões. O vento cresceu um pouco mais e estabilizou entre... S e SE?!?!... mas que raio, não ia para SW e depois W? A nossa SOG (“speed over ground” – velocidade verdadeira, i.é, em relação ao fundo do mar) passa para o intervalo dos 7 – 8 nós.
Pelas 1930 contactámos a restante frota via rádio a fim de recolher informação para a tomada de decisão sobre prosseguir viagem para a Nazaré, conforme planeado, ou arribar a Peniche. Preocupava-nos sobretudo, o 4Winds que estava cerca de 9 milhas mais atrás; saiu de Lisboa já com atraso e, entretanto, também se “perdeu” com o lauto almoço de que ouvimos falar mais tarde (eheheheh!!!!). Perante a determinação de toda a frota e a projecção de passagem da frente para a meia-noite, decidimos prosseguir de acordo com o plano inicial. Contrariando todas as previsões, ao largo do Cabo Carvoeiro o vento e a vaga apresentaram-se de SE, o que constituiu uma preciosa ajuda. Arribámos para uma mareação mais de largo, rumando um pouco para fora em relação ao rumo directo, dando melhores condições à Carmo para cozinhar o seu prato de massa e a todos nós para o comer.
Próximo da meia-noite chegámos à entrada do porto da Nazaré e constatámos uma barra bastante “mexida”. Entrada feita correctamente, Special One e Mabi IV amarrados e eis que entrou, à hora “marcada”, a dita frente. Entre chuva copiosa e fortes rajadas de vento parecia que o céu ia desabar. Conforme suspeitávamos, o 4Winds não conseguiu escapar a tempo e sentiu os primeiros efeitos ao largo de São Martinho do Porto, tendo um final de viagem com mais adrenalina.

2.Dez (sexta-feira) - De manhã fomos recebidos pelo amigo Mário Sales e pela Patrícia que nos instalaram nos pontões do Clube Naval da Nazaré; manobras executadas entre fortes aguaceiros e refregas mas sem estragos.
Soubemos da feliz notícia da recuperação dos 6 pescadores do “Virgem do Sameiro”, desaparecidos há mais de dois dias por estas bandas, mas que, afinal, foram encontrados na balsa a norte da Figueira da Foz (cerca de 32 milhas mais acima).
O programa de festas dizia, para hoje: “dia livre”. Significado: almoço, lanche, jantar em sessão contínua... eheheh!!! Nada disso. Depois de uma longa caminhada no paredão à beira da praia, “Aleluia” que encontrámos o restaurante recomendado; desiludidos por não podermos experimentar a famosa caldeirada à nazarena, a opção de arroz de tamboril, não sendo brilhante, cumpriu.
Para desmoer o almoço fizemos uma excursão ao Sítio. Por cima dos enormes penhascos, no Miradouro do Suberco, a vista é de extasiar: as cores do pôr do sol sobre o casario, a praia e o mar revelam um quadro de cortar a respiração. Caída a noite sem que tenhamos encontrado o alcaide D. Fuas Roupinho, regressámos usando, de novo, o famoso Ascensor da Nazaré. Familiarizado com todo aquele tipo de equipamento, Mestre Hugo ainda “ameaçou” agarrar-se aos comandos da geringonça mas uma nazarena assustada implorou que não o fizesse e a aventura ficou-se por ali. Depois de umas “loiras” para abrir o apetite, lá fomos até à “Celeste”, não a do giroflé mas a da boa mesa... magnífico jantar em boa companhia, pois tivemos a honra da visita da Paula Figueiredo, da Joana Ribeiro e da Elisa Bustorff.
A previsão apontava para a manutenção do vento no dia seguinte e, de modo a motivar o pessoal para uma “velinha” (como se fosse preciso), lancei o desafio de fazermos uma regata até Peniche rondando as Berlengas por BB. Assim, quais desportistas de alta competição, deitámo-nos cedo (uns às 0400, outros às 0600 da manhã) para estarmos em forma... culpa das bebidas energéticas (Cacique, Bushmills e outras que tais).

3.Dez (sábado) - Como meninos bem comportados, que se deitam verdadeiramente cedo, a tripulação do 4Winds largou amarras e zarpou em primeiro lugar. O Mabi IV fez questão de esperar e saiu connosco cerca de 30 min depois.
O vento era de N/NW, força 3-4 e a ondulação de NW de 3-4 metros. Nem de propósito, a “obrigação” de passar pelas Berlengas tornou a mareação mais confortável.
À saída fomos gentilmente acompanhados durante algumas milhas pelo meu amigo Ricardo Ferreira no seu Lwena.
Pouco tempo depois, recebemos mais uma visita do Cmte. Rocha na sua aeronave.
A navegação prosseguiu com bom andamento, com o mar a embalar a tripulação que, apesar do seu estado sonolento, ainda conseguiu avistar uns peixes-lua; houve quem gritasse “tartaruga” mas... pronto, a noite foi curta, certo? O 4Winds foi o primeiro a rondar a Berlenga (no singular pois deixou as Estelas por EB), seguido do Special One que passou entre as Estelas e os Farilhões, tendo o Mabi IV feito um percurso idêntico.
A luz, o mar, o ar selvagem das ilhas... huummm! Quadro lindo de fim de tarde, a transportar-nos para outras paragens longínquas... o apelo da navegação oceânica. E como se isto não bastasse, ainda tivemos nova visita da “esquadrilha aérea”, desta vez composta por 3 aeronaves, uau!!!
Chegámos a Peniche já com as luzes acesas, cansados mas visivelmente satisfeitos com a magnífica sessão de vela. Jantar bem merecido, com a presença sempre simpática da Helena Valagão e da sua filha Catarina.

4.Dez (domingo) – Contrariamente às expectativas, o dia surgiu muito cinzento, até pouco convidativo para viagens... bom, mas o que tem de ser, tem de ser e lá fomos nós a caminho de Lisboa pelas 0930. O 4Winds zarpou pelas 0600; ah pessoal valente!
Viagem sem história; nada de vento, ondulação inicialmente na ordem dos 2.5-3 metros mas sempre a decrescer. Apenas duas animações: a primeira, o uso do sextante para medir AVS (ângulos verticais de sextante) e AHS (ângulos horizontais de sextante)... na sala e em terra é fácil, não é? No mar, sobretudo com ondulação, a estória é outra; a segunda, o aparecimento dos sempre divertidos golfinhos... bahbahabah!!! Sempre golfinhos... quando é que aparece um cachalote?
O Cabo da Roca estava tão calmo que a Isabel nos brindou com umas ervilhas com chouriço e ovos escalfados, acompanhados de um tinto, que souberam muito bem. Próximo do Raso fomos recebidos pelo Beluga e o seu skipper Luís Ribeiro, companheiros de aventuras anteriores. O vento ainda ameaçou dar um ar de sua graça mas, após nos arrastarmos à vela durante quase uma hora, lá tivemos de recorrer de novo ao vento de porão.
Chegámos à Marina do Parque das Nações pelas 1930 e terminou com sucesso mais uma missão em que fizemos mais de 150 milhas náuticas (fora as do bar). Agora “só” falta o exame.
pedro
Agradecimentos:
- Ao Hugo Mendes pelo acolhimento e participação em mais este treino de mar com o seu Special One;
- Ao António Poças e ao João Bitoque e respectivas tripulações pela companhia e partilha de bons momentos de convívio;
- Ao Mário Sales, à Patrícia e ao Ricardo pela colaboração e amabilidade na estadia na Nazaré;
- Ao Cmte. Rocha e amigos pelas simpáticas visitas aéreas e fotos disponibilizadas.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A nossa história de "Nautal"

10 de Dezembro 2011. Muita chuva decide cair, mas os nossos amigos náuticos continuam animados e decidem festejar o "Nautal" connosco.

10 velas brancas que se juntam no Tejo para contrastar o negrume do céu podem servir para relembrar que a paixão pelo Mar tem o poder de unir!

Uma regata e um Nautic Paper foram o desafio que lhes apresentamos. O percurso que tinham de cumprir foi dificultado por perguntas onde metemos à prova os seus conhecimentos náuticos. E temos que ser sinceros... foi uma grande prova de resistência em que mostraram saber lidar, com maestria, com as condições adversas do tempo. Pura diversão para navegadores apaixonados.

Chegados ao Seixal revigoramo-nos com um excelente almoço. Churrascada de peixe fresco e cheiro de coentros a exaltar as cores quentes de uma massada de cherne com camarão. Copos de vinho a brindar à familia nautica!

Uma vez regressados, encontramo-nos todos no restaurante do Sr.Pina para anunciar os resultados, distribuir os prémios e entregar o Troféu que desta vez foi ganho pela tripulação do Alta Pressão (Antonio Leal Faria, Bruno Fernandes, Cristophe Tilliet, Andre Sant'Anna Leite e Simão Dumas). O prémio caracterização indiscutivelmente para a simpatiquíssima Helena Valagão.

A ressaca das conversas e das risadas fizeram com que hoje ficassemos com vontade de escrever uma mensagem para o Pai Natal:

Querido Pai Nautal,

A Confiquatro escreve-te a cartinha de costume.

Primeiro, em nome das 10 embarcações que participaram na regata de Nautal, pedimos-te desculpa pelas "malandrices" que cometemos.
Prometemos-te que da próxima vez nos portaremos melhor: todos irão ler bem as instruções de regata, ninguém chegará atrasado e sobretudo, inscrições e pedidos não chegarão todos no dia anterior (a tua rena deve estar a ficar doentinha...)

Sabemos que serás compreensivo, mesmo chegando de um pais escandinavo que deve desconhecer os costumes latinos...

E agora passamos às coisas sérias: A prenda de Natal.

Nada de playstations, i pad ou tamagotchi. Isso é coisa que engana o nosso tempo.

Queremos é algo de especial! Neste mundo imaginário onde há espaço para ti também, o que te pedimos é mais uma ocasião. Tempo para transcorrer com quem tem a nossa mesma paixão. Intuí-la através de um simples olhar. Queremos ondas com que chocar e Vento com que falar. Queremos adrenalina, borboletas no estômago! Emoções e fantasia. Queremos Sonhar. Queremos é navegar!

Até a próxima e obrigado Pai Nautal.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Este Natal ofereço-te um Sonho Náutico


Já pensou em oferecer um Sonho náutico? Mas sobretudo...tranformá-lo em realidade?


Este Natal permita-se sonhar e fazer sonhar. Com os Vouchers Confiquatro é possível traduzir este sonho em futuro real!


Os vouchers da Confiquatro podem ser adquiridos para oferta de um programa específico (Baptismo de vela, Curso de Patrão Local, Patrão de Costa, Patrão de Alto Mar, Cursos de Vela, Passeios à vela ou a motor, Livros náuticos, entre outros) ou com um valor financeiro à sua escolha .


Solicite a emissão do seu voucher, indicando-nos nome e contacto da pessoa que deseja presentear e mediante o comprovativo de pagamento, nós encarregamo-nos da entrega do voucher, a si, ou ao feliz contemplado!


Os Sonhos são muitos. Motive, Inspire, Mime!


mais informações: escola.nautica@confiquatro.pt