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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A água tem sentimentos?!

Já conhecem as experiências que o Japonês Masaru Emoto fez com os cristais de gelo?

Segundo ele, palavras ou pensamentos fazem com que as moléculas de água se comportem de formas diferentes. Após submetê-las a experiências, a determinada temperatura, são tiradas fotografias microscópicas das moléculas da água. Consoante a "frequência/vibração" recebida, muda a forma da água se cristalizar: a água submetida a pensamentos positivos forma cristais de gelo regulares e harmoniosos. Ao contrário, se exposta a palavras e pensamentos negativos, reage formando cristais incompletos e sem harmonia... como se a água tivesse uma espécie de campo consciente!

Esta experiência talvez possa parecer absurda para muitos, mas leva inevitavelmente a algumas reflexões: Já pensaram que o planeta, e nós próprios, somos sobretudo feitos de água? Consequentemente, se pensamentos, imagens e palavras podem fazer isto à água... o que podem fazer a nós, ao nosso mundo e à nossa vida?

Change your thoughts!

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele" (Jo 1, 1-3).


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Nos Mares da Terra Nova- A Saga dos Bacalhoeiros

Este livro reconstitui sob a forma de romance a última viagem bem-sucedida do bacalhoeiro Júlia IV, que o autor acompanhou pessoalmente, em 1948.
A frota portuguesa era a única que ainda comparecia nos mares do Árctico com veleiros quase medievais (comunicando com búzios ou tiros de pólvora seca e sobrevivendo ao intenso gelo e nevoeiros), entre as frotas de espanhóis, franceses e russos que navegavam com aparelhagem sofisticada.

Narrada como um diário de bordo, a obra caracteriza magnificamente esta actividade.

Um documento histórico a não perder.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

TARTAN - as velas da liberdade.

‎"Os oceanos não precisam de mais espíritos naufragados na imensidão do tempo. (...) Num pequeno detalhe pode falhar-se ou emendar-se um rumo, por isso é preciso anotar tudo no diário de bordo da nossa existência. É no meio desses pequenos nadas que nos podemos reencontrar com a nossa própria forma de ser e de estar no mundo." in Tartan - as velas da liberdade.

Este pequeno trecho pretende apenas provocar os apaixonados da vela para a leitura deste livro que relata a aventura de seis jovens que escaparam num veleiro de uma Angola em guerra, rumo a um Portugal desconhecido.

Uma leitura fascinante onde um dos protagonistas é alguém próximo à Confiquatro e por isso este livro trata-se de Leitura Obrigatória para todos os que fazem parte de nós (colaboradores, alunos, amigos, simpatizantes,...)

Boas férias e boas leituras.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Ray Rowe - No place for amateurs

As figuras centrais nesta obra são quase imperceptíveis. São os dois marinheiros que se encontram “pendurados” no gurupés, um dos locais mais perigosos para se trabalhar num veleiro. Bastava uma escorregadela para um homem cair ao mar e ser varrido pelo próprio navio. Mesmo com tempo relativamente bom, uma “pequena” vela de proa a esvoaçar podia fazer um homem cair. Seria certamente letal, e o gurupés não era de modo algum lugar para um moço de bordo....

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Diário de uma viagem a Lisboa

Diário de Uma Viagem a Lisboa de Henry Fielding (Europa-america Editora) insere-se na narrativa de viagem, género literário com que Fielding mantinha uma relação irónica.

Com a saúde arruinada por excesso de trabalho e por um estilo de vida castigador, Fielding apanha em 1754 um veleiro com destino a Lisboa, na esperança de que um clima mais ameno o faça recuperar.Publicado postumamente, "Diário de Uma Viagem a Lisboa" descreve a sua viagem até Lisboa e há um parágrafo, no fim, que é quando ele chega à cidade. Está tão inchado que tem de ser levado para a cidade para jantar, e a única coisa que ele diz sobre Lisboa é que foi transportado para "a cidade mais nojenta da Terra". Termina assim o livro. Lisboa vingou-se de Henry Fielding, porque ele teve de ficar aqui para sempre [está enterrado no cemitério dos ingleses], depois de ter sido tão desagradável para com ela.

terça-feira, 17 de março de 2009

Les Gabiers d'Artimon

Les Gabiers d'Artimon é um grupo popular de canções de marinheiros oriundo da região francesa de Lorient, que completa 30 anos de existência no próximo dia 15 de Abril.
Temas como "Le corsaire de Saint Malo", "Au cabestan", "Quinze marins", "Aloue la Falaloue" e tantos outros, transportam-nos para o imaginário dos tempos dos grandes veleiros, dos piratas e corsários... aqui fica um pedacinho para abrir o apetite (a não perder na íntegra)

http://gabiersdartimon.free.fr/MP3s/Cabestan.mp3

http://gabiersdartimon.free.fr/MP3s/Corsaire.mp3

quinta-feira, 5 de março de 2009

"Sobreviver no mar cruel"

Sobreviver no mar cruel
Robertson,Dougal - Ed. Verbo-colecção Gigantes da Aventura ou "Sobreviver" - Ed. Europa-América (2002) - nova versão mais completa e recente 'The last voyage of the Lucette' - Kelvin Hughes, Amazon.
Relato trágico e impressionante da aventura da família Robertson, lutando pela sobrevivência durante 38 dias a bordo do seu pequeno bote no oceano Pacífico, enfrentando tempestades, fome, sede e a morte, após o seu veleiro "Lucette" ter afundado em 60 segundos em consequência de um ataque de baleias assassinas. Tornou-se um clássico dos livros de relatos de sobrevivência e tem sido usado em todo o mundo em diversas escolas nos seus currículos de literatura.

"Aventureiros do mar" e "Naufrago voluntario-estratégias de Sobrevivências"

Aventureiros do mar
Bombard, Alain Ed. Inquérito
A visão do mar devorador é certamente uma das noções mais permanentes desde que o homem se instalou à beira do oceano e lançou primeiro um esquife frágil, depois navios cada vez maiores. Homens animados pelo espírito de conquista e de aventura sempre responderam ao apelo do largo. Foram alguns desses que Alain Bombard - ele mesmo aventureiro já tornado lenda - escolheu para apresentar nesta obra. Grandes comandantes portugueses das descobertas - o Infante D. Henrique e Vasco da Gama; incansáveis exploradores de outros domínios - Jacques Crusoé; visionários dos mundos marinhos, como os narradores da Atlântida e Júlio Verne; e aqueles que do seu fascínio pelo mar fizeram ciência - Darwin e Alberto I.

Náufrago Voluntário - estratégias de Sobrevivência
Bombard, Alain Ed. Civilização
O relato da célebre viagem de travessia do Atlântico do próprio Alain Bombard, médico, biólogo e investigador francês, que quase lhe custou a vida, encetada com o objectivo de compreender as dificuldades de sobrevivência dos náufragos e provar que era possível sobreviver aproveitando os recursos oferecidos pelo mar.

"No Cabo Horn aos Vinte Anos"

No Cabo Horn aos Vinte Anos
Barrault, Jean-Michel Ed. Verbo

Livro apaixonante de um jovem jornalista (fez 20 anos durante a volta) que relata a fantástica aventura da primeira "Whitbread - Round the World Race 1973-1974" com escalas e tripulação, numa época ainda não dominada pelos profissionais e pelos interesses comerciais. A aventura, o sonho e o drama de 17 veleiros e seus 167 tripulantes com passagem pelos três cabos míticos (Boa Esperança, Leewin e Horn) que viria a terminar com a inesperada vitória do veleiro mexicano Sayula II (Swan 65) com uma tripulação constituída maioritariamente por amadores...

"Navegador Solitário - Navegando Sozinho à Volta do Mundo"

Navegador Solitário - Navegando Sozinho à Volta do Mundo
Slocum, Joshua Ed. Europa/América Asterum
Clássico da literatura de viagens e imprescindível para os apaixonados da vela, relata a primeira viagem de volta ao mundo em solitário, realizada por Slocum no "Spray", pesqueiro de 37 pés transformado e armado em sloop. É uma maravilhosa aventura da idade das viagens à vela, contada por um homem que passou a maior parte da vida no mar, que tem servido de inspiração para muitos navegadores que se lhe seguiram.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

"Abandonado para morrer"

Abandonado para Morrer
Ward, Nick -Sete Mares Editora
A mundialmente famosa Fastnet Race de 1979 começou em perfeitas condições climatéricas, mas, 48 horas depois, foi atingida por uma tempestade aterradora. E quando, no meio dessa tempestade, três elementos da tripulação abandonaram o Grimalkin na jangada salva-vidas, Nick e o companheiro Gerry, ambos feridos e inconscientes, foram deixados no iate destroçado no meio do mar da Irlanda. Gerry morreu efectivamente algumas horas depois, e Nick teve de enfrentar sozinho a tempestade...