O tempo ameaçava molhar o cruzeiro no Tejo, mas não foi capaz de tirar a boa disposição aos estudantes da London Bussiness School, habituados que estão ao tempo cinzento de capital londrina.
O embarque foi em Oeiras, com transfer em semi-rígidos para o Lugre, que pairava à entrada do Porto de Recreio, pois o seu porte não permite encostar ao cais.
O percurso deslumbrou os participantes, levando-os Tejo acima junto à maravilhosa frente ribeirinha de Lisboa, com passagem pelos emblemáticos monumentos e Fortes da Barra do Tejo. Chegados ao Parque das Nações viramos de bordo para juzante, para o desembarque que seria em Alcântara.
O cruzeiro de fim do dia, com cocktail a bordo, assistiu ao anoitecer da cidade com um pôr do sol tímido, mas com muita alegria e dança entre os convivas, proporcionados pelo DJ que acompanhou a viagem.
Esperamos-vos no próximo ano para mais um PT Trek!
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segunda-feira, 20 de maio de 2013
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Passeio em Catamaran
Vieram da Alemanha e embarcaram em Alcântara para um passeio de catamaran à vela no passado sábado.
O sol estava abrasador, a luz no seu explendor máximo, a brisa um tanto tímida e o Tejo esse estava refrescante e... muito tentador!
O rumo levou-os até ao Parque das Nações e depois até à histórica frente ribeirinha de Belém, numa pluralidade de paisagens que faz da cidade de Lisboa um lugar cada vez mais cosmopolita.
Na preguiça da rede flutuante do catamaran, participando em algumas tarefas de bordo ou escutando pormenores históricos que a guia foi explicando, este grupo da Europa Central deixou-se encantar pelo Tejo e "saboreou-o".
E o Tejo aqui tão perto....


O sol estava abrasador, a luz no seu explendor máximo, a brisa um tanto tímida e o Tejo esse estava refrescante e... muito tentador!
O rumo levou-os até ao Parque das Nações e depois até à histórica frente ribeirinha de Belém, numa pluralidade de paisagens que faz da cidade de Lisboa um lugar cada vez mais cosmopolita.
Na preguiça da rede flutuante do catamaran, participando em algumas tarefas de bordo ou escutando pormenores históricos que a guia foi explicando, este grupo da Europa Central deixou-se encantar pelo Tejo e "saboreou-o".
E o Tejo aqui tão perto....
terça-feira, 21 de julho de 2009
Baptismo de vela
Não é dificil contagiar outros com o prazer de navegar à vela quando a Natureza colabora.
O domingo apresentou-se com uma temperatura acima do 25º. O vento esteve certinho fazendo o barco adornar sem sobressaltos a uma velocidade de cruzeiro óptima para estreantes. O sol acompanhou toda a viagem e deu à cidade a sua luminosidade tão singular... o dia perfeito!
Houve tempo para apreciar a paisagem, para trabalhar a bordo, apanhar sol, fazer fotografias e para um lanchinho, que esta coisa de velejar bem que abre o apetite!
No fim da tarde e de mais uma experiência proporcionada fica a mesma sensação de sempre: em cada português há um D. João II que ambiciona partir por "mares nunca dantes navegados". Voltem sempre!
terça-feira, 26 de maio de 2009
Cascata de fogo na Ponte 25 de Abril
Para assinalar a quarta edição lisboeta do maior evento de música do mundo, a organização do Rock in Rio volta a brindar Lisboa com uma queima de fogos na Ponte 25 de Abril.
A ponte volta a transformar-se numa cascata de fogo e magia no próximo sábado, dia 30 de Maio, pelas 22h15m.
Vai ser “um verdadeiro festival de cor e emoção para toda a família”.
A Confiquatro leva-o a assistir a este magnífico espectáculo do melhor lugar possível: no próprio rio Tejo. Aceita o desafio?
A ponte volta a transformar-se numa cascata de fogo e magia no próximo sábado, dia 30 de Maio, pelas 22h15m.
Vai ser “um verdadeiro festival de cor e emoção para toda a família”.
A Confiquatro leva-o a assistir a este magnífico espectáculo do melhor lugar possível: no próprio rio Tejo. Aceita o desafio?
quarta-feira, 25 de março de 2009
Lisboa Entre Pontes
Passeio em veleiro pela orla ribeirinha de Lisboa entre a Ponte 25 de Abril, uma das zonas mais históricas da cidade, e a Ponte Vasco da Gama, junto à zona ribeirinha do Parque das Nações, onde se avistam magníficas obras arquitectónicas como o Oceanário ou a Torre Vasco da Gama.
A navegação junto à margem sul do rio Tejo dá a conhecer a história industrial desta zona.
Um dos nossos passeios mais requisitado.
A navegação junto à margem sul do rio Tejo dá a conhecer a história industrial desta zona.
Um dos nossos passeios mais requisitado.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Fortes da Barra do Tejo
O sol anuncia a iminente chegada da Primavera e convida a actividades fora de portas. O nosso convite, como não podia deixar de ser, remete-nos para o Tejo.
"A orla ribeirinha entre Lisboa e Oeiras apresenta um número significativo de fortificações, ditas marítimas, construídas com o objectivo principal de controlar e defender a entrada da Barra do Tejo.
A D. Luís António de Meneses, Conde de Cantanhede e mais tarde Marquês de Marialva, coube o encargo de estabelecer o complexo defensivo da Barra do Tejo tendo a maioria das fortalezas sido construídas durante a guerra da Restauração ou imediatamente a seguir (séculos XVII e XVIII). Exceptuam-se o Forte de São Julião da Barra e a Fortaleza de São Lourenço, mais conhecida por Torre do Bugio, cujas obras de construção se iniciaram no século XVI.
Embora o objectivo inicial fosse o de defender Lisboa de um ataque castelhano, esta estrutura defensiva acabou por desempenhar um papel relevante noutros conflitos, designadamente, nas Invasões Francesas e nas Lutas Liberais.
Para além do aspecto estratégico em termos de defesa, estas obras tiveram uma importância económica e social muito acentuada, promovendo o desenvolvimento da construção civil e a formação de alguns arquitectos e mestres de obras de relevo, impulsionando outras indústrias a montante e a juzante."
Como primeira sugestão, o passeio Fortes da Barra do Tejo.
"A orla ribeirinha entre Lisboa e Oeiras apresenta um número significativo de fortificações, ditas marítimas, construídas com o objectivo principal de controlar e defender a entrada da Barra do Tejo.A D. Luís António de Meneses, Conde de Cantanhede e mais tarde Marquês de Marialva, coube o encargo de estabelecer o complexo defensivo da Barra do Tejo tendo a maioria das fortalezas sido construídas durante a guerra da Restauração ou imediatamente a seguir (séculos XVII e XVIII). Exceptuam-se o Forte de São Julião da Barra e a Fortaleza de São Lourenço, mais conhecida por Torre do Bugio, cujas obras de construção se iniciaram no século XVI.
Embora o objectivo inicial fosse o de defender Lisboa de um ataque castelhano, esta estrutura defensiva acabou por desempenhar um papel relevante noutros conflitos, designadamente, nas Invasões Francesas e nas Lutas Liberais.
Para além do aspecto estratégico em termos de defesa, estas obras tiveram uma importância económica e social muito acentuada, promovendo o desenvolvimento da construção civil e a formação de alguns arquitectos e mestres de obras de relevo, impulsionando outras indústrias a montante e a juzante."
Propomos uma visita guiada a estas fortificações segundo uma perspectiva diferente: navegando no rio Tejo.
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